domingo, 30 de março de 2008

Cleverson Avalia "China e sua política Olímpica"

As Olimpíadas de Pequim, desde seu anúncio em 2001, apareceram à China como uma forma de mostrar ao mundo todo sua capacidade ecônomica e de organização interna. Contudo, no ano de sua realização, o que mais vê-se por parte desse país é o contrário: seus problemas diplomáticos e sua violência.
O principal fator que leva a essa conclusão reside nos conflitos constantes por parte do exército chinês e manifestantes no Tibet. Essa região, que pretende voltar a ser um Estado livre e independente da China, tem buscado apoio global em sua causa e causado comoção ao mostrar a todos os massacres sofridos pelos monges e cidadãos revoltosos durante os protestos. Tal fenômeno já tem até mesmo se refletido em outros casos, como o aparecimento de um protestante durante a cerimônia de acendimento da Pira Olímpica e pronunciamentos do Dalai Lama. Esse, por sua vez, ainda tem levado à crença do envolvimento chinês com genocídios promovidos no Sudão, através do fornecimento de capital e armas.
A ocorrência de tantos problemas, por fim, gera até mesmo planos de um boicote aos Jogos Olímpicos. Obviamente, uma decisão dessa magnitude não deve ser tomada precipitadamente pelos países. O ideal deve ser esperar um posicionamento final do governo sino-oriental sobre o caso e como serão as repressões daqui para a frente. Se o silêncio e a barbárie permanecerem, cabe às Nações fornecerem esse punimento exemplar à China: arruinar os sonhos de um evento colossal em seu território é um preço justo a pagar por não respeitar os sonho alheios de liberdade.

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